Canadense desaparece e só foi encontrado 5 anos depois descalço e no meio da floresta amazônica
Canadense desaparece e só foi encontrado 5 anos depois descalço e no meio da floresta amazônica
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Canadense desaparece e só foi encontrado 5 anos depois descalço e no meio da floresta amazônica

Escrito por Andressa Zabeu

Anton Pilipa, um canadense de 39 anos, literalmente desapareceu do radar em 2012. Na época, ele havia começado um tratamento para curar sua esquizofrenia e só foi encontrado 5 anos depois a 10.000 km de casa.

Sobrevivendo através da colheita de frutas, pegando lixo e apelando para a generosidade das pessoas que conheceu, este canadense desaparecido em 2012 foi, encontrado 5 anos depois, descalço e no meio da floresta amazônica.

Uma jornada incrível

Antes de desaparecer, Anton Pilipa tinha acabado de iniciar um tratamento para curar sua esquizofrenia, e é provavelmente por essa razão que ele decidiu pegar a estrada. Segundo o Daily Mail, o canadense teria ido por um capricho, querendo visitar a biblioteca nacional da República Argentina em Buenos Aires.

Depois de atravessar 8 países e andar mais de 10.000 km descalço, sem dinheiro, bagagem e documentos de identidade, Anton Pilipa foi proibido de entrar na biblioteca. O canadense então tomou a direção do Brasil, onde ele acabou sendo encontrado.

Eterna fuga

Encontrado pela primeira vez em novembro de 2016 em uma estrada em Rondônia, os serviços administrativos conseguiram descobrir sua identidade e avisar seus parentes. Mas enquanto ele era levado para o hospital pelas autoridades, ele acabou conseguindo escapar.

Depois disso ele parou de passar despercebido e foi novamente encontrado em janeiro de 2017, na floresta amazônica. Sua família então lançou um projeto de crowdfunding para deportá-lo ao Canadá e, enquanto isso, ele foi colocado em um hospital psiquiátrico.

Ao chegar no Canadá, Anton foi entrevistado pela BBC e disse que estava "com sorte" de estar vivo e "muito feliz por poder voltar para sua família". Ele também acrescentou: "Eu nunca me senti sozinho, pensei em muitas coisas, dormi ao ar livre, é um modo de vida muito simples, precisamos de pouco para viver".


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