Métodos contraceptivos: diu, natural, injetável, adesivo, de hemergência
Métodos contraceptivos: diu, natural, injetável, adesivo, de hemergência

Métodos contraceptivos: diu, natural, injetável, adesivo, de hemergência

Existem muitos métodos contraceptivos, cada um atende a características e necessidades diferentes. Mas como escolher entre todos os dispositivos? Faremos um breve resumo de cada um desses métodos que deverá esclarecer os termos técnicos.

Definição de contracepção

A contracepção consiste na utilização de meios para impedir a fecundação após uma relação sexual. A Organização Mundial de Saúde define a contracepção como "a utilização de agentes, dispositivos, métodos ou de procedimentos para diminuir a probabilidade de concepção ou evitá-la".

Existem muitos métodos contraceptivos, cada um deles tem vantagens e desvantagens.

Os métodos contraceptivos são divididos em dois tipos: os dispositivos de ação local, e os métodos médicos por via geral.

Dispositivos de ação local

- Na vagina:

Os dispositivos vaginais são utilizados pontualmente para uma relação sexual.

Preservativo masculino ou feminino: uma capa fina e macia. É o único dispositivo que também protege de doenças sexualmente transmissíveis. Feito de látex e poliuretano, ele é impermeável ao sangue e às secreções vaginais e é descartável.

Espermicida: de único uso, é uma substância que ataca os espermatozoides, destruindo-os ou tornando-os incapazes de penetrar no óvulo ao inibir a acrosina dos espermatozoides.

Diafragma: O diafragma é uma tampa em silicone em forma de cúpula. Estende-se por meio de um anel rígido que é colocado no fundo na vagina, contra o colo do útero. Ele serve como obstáculo ao avanço dos espermatozoides em direção ao útero. Ele pode ser deixado no local durante 24 horas.

Capa cervical: a capa cervical também é como uma tampa de silicone em forma de cúpula. Seu objetivo, assim como o diafragma, é bloquear a passagem dos espermatozoides, destruindo-os. A capa cervical pode ser deixada no local durante 72 horas.

- No útero:

Dispositivos intra-uterinos ou DIU: em cobre ou hormonais, estes dispositivos têm uma ação química e podem ser mantidos no lugar entre 4 e 10 anos, dependendo do modelo.

Métodos médicos por via geral

Estes métodos contraceptivos são feitos por medicamentos e são destinados exclusivamente a mulheres. São substâncias com atividade hormonal (do tipo estrogênio ou progestina) que agem por via geral. Administrados por via oral, cutânea, subcutânea, ou genital, a duração de sua ação varia de acordo com a escolha do dispositivo.

Métodos naturais

Os métodos naturais englobam tanto a interrupção prematura da relação sexual (coito interrompido ou "retirada") quanto a prática sexual durante períodos específicos das mulheres, em que elas apresentam um baixo risco de ovulação. Esses períodos ocorrem em um momento específico do ciclo menstrual ou durante períodos de amamentação exclusiva.

Contracepção após a relação sexual

Em caso de ausência total ou parcial de contraceptivos, a mulher pode, o mais cedo possível, utilizar um contraceptivo de "emergência". Este tipo de contraceptivo inclui: dois medicamentos, uma progestina (pílula do dia seguinte) e um modulador seletivo de receptor da progesterona (pílula dos 5 dias), além do dispositivo intra-uterino de cobre.

Evidentemente, estas alternativas não podem substituir os métodos contraceptivos habituais, sua eficácia é variável, dependendo do tempo entre a relação sexual e a contracepção, da utilização do método e de certas características, como o peso da mulher.

Escrito por Bruna Moura
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