Angina de peito: O que é? Sinais, sintomas e tratamento
Angina de peito: O que é? Sinais, sintomas e tratamento

Angina de peito: O que é? Sinais, sintomas e tratamento

A angina pectoris (ou angina de peito) é uma dor forte no peito que indica um problema cardíaco. Não se trata de uma doença, mas de um sintoma. Qual é a sua causa e como tratá-la?

Definição: O que é angina de peito?

A angina pectoris, às vezes chamada de angor, é uma dor torácica que geralmente ocorre após um esforço ou um estresse intenso. Não se trata de uma doença, mas de um sintoma cardíaco de alguma doença coronariana.

Os riscos de se sentir uma angina pectoris aumentam com a idade e são maiores em homens do que em mulheres. Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte nos homens. Por isso, é importante consultar um médico desde a aparição dos primeiros sintomas.

Sintomas: como reconhecer uma angina de peito?

O primeiro sintoma da angina pectoris é uma dor torácica localizada, na maioria das vezes, atrás do esterno. Em alguns casos, ela também pode ocorrer no pescoço, ombros, braço esquerdo, costas ou mandíbula. Geralmente ela aparece após um esforço físico ou uma emoção forte.

Esta dor manifesta-se por uma sensação de pressão e de constrição no peito que dura vários minutos. Normalmente é acompanhada por um sentimento de opressão, ansiedade ou palpitações.

Fala-se de angina pectoris estável quando as dores são antigas e não se agravam com o tempo. A angina pectoris instável (ou síndrome coronariana intermediária) apresenta dores recentes ou antigas, mas que retornam muitas vezes com uma intensidade variável. Deve ser levada muito a sério. Nos casos mais graves, a angor instável pode resultar em um infarto do miocárdio e, portanto, ser potencialmente fatal.

Causas da angina de peito

Na maioria dos casos, a angina pectoris é devida a aterosclerose. Trata-se de um fenômeno que corresponde a um progressivo depósito de lípidos nas paredes interiores das artérias coronárias, devido a uma alimentação rica em colesterol elevado. Isto leva à formação de placas que gradualmente levam ao estreitamento dos vasos sanguíneos.

A circulação do sangue torna-se, assim, mais difícil. O coração já não é suficientemente irrigado e não recebe o oxigênio que necessita. Isso é chamado de insuficiência coronariana. A angina pectoris aparece geralmente quando o diâmetro da artéria é reduzido para metade.

Alguns fatores podem desempenhar um papel no aparecimento do angor, tais como antecedentes familiares, alta taxa de colesterol, consumo de tabaco, diabetes, hipertensão arterial, obesidade e sedentarismo.

Tratamento: como tratar uma angina de peito?

As crises de angina pectoris podem ser tratadas rapidamente com a ingestão de trinitrina. Trata-se de um comprimido que é colocado sob a língua, permitindo dilatar as artérias e, rapidamente, aliviar a dor.

O tratamento do angor requer a ingestão de medicamentos por um longo tempo. Esse tratamento tem como objetivo restabelecer uma boa vascularização para diminuir as dores e reduzir os riscos de uma complicação grave, como um infarto.

Além do tratamento, é importante buscar reduzir os diferentes fatores de risco adaptando seu estilo de vida.

Escrito por Bruna Moura
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