IRM pélvica: definição, como é feito o exame e existem riscos?

IRM pélvica: definição, como é feito o exame e existem riscos?

A ressonância magnética pélvica (IRM) pode visualizar as diferentes estruturas da área pélvica e abdominal para diagnosticar uma possível patologia ou controlar a eficácia de um tratamento.

O que é ressonância magnética pélvica?

Também conhecida como IRM abdomino-pélvica, esse exame de imagem médica é frequentemente recomendado após uma tomografia computadorizada ou uma ultrassonografia, pois permite distinguir os diferentes tecidos moles que compõem os órgãos dessa região do corpo: bexiga, uretra, ovários, próstata, vagina, pâncreas.

Para obter imagens 2D ou 3D, a ressonância magnética pélvica articula seu modo de operação em torno de duas tecnologias: o campo magnético e as ondas de rádio. O paciente sendo posicionado sob um íman muito poderoso, os átomos de hidrogênio que compõem uma grande parte dos órgãos do corpo humano se alinham e serão excitados pelo pulso das frequências de rádio. Os sinais assim emitidos são então traduzidos por software na forma de imagens detalhadas.

Assim, indicações de ressonância magnética pélvica podem ser variadas: distúrbio urinário, endometriose, dor abdominal, trauma pélvico, criptorquidia, infertilidade, anormalidade ovariana...

IMN pélvica: como é feito o exame?

Depois de preencher um questionário médico, o paciente é levado para a sala de exames. Antes de se deitar na mesa de exame, ele deve remover qualquer objeto de metal (sutiã, brincos, cinto...) e colocar uma blusa. Se a injeção de um contraste for planejada, uma via intravenosa será colocada de antemão.

Quando a fase preparatória estiver completa, o paciente é introduzido na parte central da ressonância magnética. O radiologista mantém um contato vocal com ele por meio de um microfone, a fim de comunicar-lhe as instruções a serem observadas durante todo o exame. De fato, é necessário que os snaps sejam realizados em apneia para obter uma resolução ótima. Via de regra, uma ressonância magnética pélvica leva cerca de 30 minutos.

RMN pélvica: Quais são os riscos para a saúde?

A ressonância magnética é uma técnica de imagem médica que tem menos impacto do que o scanner, raios-X ou tomografia computadorizada, porque não usa raios-x para funcionar. No entanto, é importante respeitar as contraindicações absolutas que impedem sua realização em algumas pessoas. Esse é o caso, em particular, de indivíduos com um implante metálico, uma válvula cardíaca metálica, uma bomba de insulina, um pacemaker ou um neuroestimulador.

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Com base no uso de um campo magnético, a IRM é completamente proibida para essas pessoas que podem ter seus dispositivos deslocados, alterados ou sofrem queimaduras graves por aquecimento. Outras contraindicações também devem estar sujeitas a autorização médica prévia: gravidez, amamentação, claustrofobia, uso de tatuagens...

Danielle Pereira
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