IRM cerebral: definição, como é feito um exame e existem riscos?
IRM cerebral: definição, como é feito um exame e existem riscos?

IRM cerebral: definição, como é feito um exame e existem riscos?

A Imagem por Ressonância Magnética Cerebral (IRM) pode detectar anomalias cerebrais e determinar sua etiologia. Não invasivo, esse exame exploratório, realizado por um radiologista, é indicado em várias situações.

O que é uma ressonância magnética cerebral?

A técnica de ressonância magnética explora as propriedades magnéticas dos prótons de hidrogênio, que reagirão na presença de um forte campo magnético e se alinharão na mesma direção. As ondas de rádio são então emitidas para excitá-las. São seus movimentos, capturados e traduzidos em sinais digitais, que serão reproduzidos na forma de imagens 2D ou 3D.

Assim, a RM cerebral permite visualizar as diferentes estruturas cerebrais que são as substâncias brancas e cinzentas, bem como os ventrículos. Além disso, o exame também fornece informações relacionadas à vascularização do cérebro.

Essa ferramenta de exploração possui diferentes indicações. Pode, entre outras coisas, ser recomendado para determinar a origem das dores de cabeça, detectar a presença de coágulos sanguíneos ou detectar um possível tumor cerebral.

IRM cerebral: como é feito o exame?

Antes de fazer o exame, o paciente deve responder a um questionário médico específico para detectar quaisquer contraindicações à sua consulta. Se esse não for o caso, ele é levado pela equipe médica que lhe pedirá para remover qualquer objeto de metal e usar uma roupa hospitalar. Ele é então deitado de costas em uma mesa que será introduzida na ressonância magnética.

Se necessário, um produto de contraste será injetado por via intravenosa antes do início do exame. No final dessa preparação, o paciente é colocado dentro da máquina, que é particularmente estreita. Ele permanece em contato por voz com o radiologista que lhe passará as instruções. Dependendo das medidas tomadas, a ressonância magnética do cérebro dura entre 30 e 45 minutos.

IRM cerebral: Quais são os riscos para a saúde?

Como a ressonância magnética do cérebro é baseada em um campo magnético, a presença de metal sobre ou dentro do paciente pode ter um impacto significativo na saúde do paciente: mover o objeto, aquecer o tecido (queimaduras...). É por isso que pessoas com baterias cardíacas, um corpo intraocular, um neuroestimulador, um implante ou uma bomba de insulina não podem passar por esse tipo de exame.

Se essas são contraindicações absolutas, algumas outras estão sujeitas a aconselhamento médico: obesidade, implantes cocleares, próteses vasculares, tatuagens... Por outro lado, pessoas com claustrofobia ou medo de espaços confinados devem relatar isso, preenchendo o questionário. Eles serão sujeitos a um tratamento específico (remédio sedativo) ou, nos casos mais extremos, não o farão o exame.

Escrito por Danielle Pereira
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