Um estudo revela uma relação preocupante entre o pesticida e o autismo
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Um estudo revela uma relação preocupante entre o pesticida e o autismo

Pesquisadores americanos acabam de publicar um estudo que põe à luz uma ligação entre o desenvolvimento do autismo nas crianças e a presença de um inseticida: o DDT ou diclorodifeniltricloroetano.

Há alguns dias, a empresa agroquímica Monsanto foi condenada a uma multa recorde de 289 milhões de dólares. Um reconhecimento judiciário dos efeitos na saúde humana do glifosato, a substância ativa do famoso herbicida comercializado pela empresa: o Roundup. Hoje, é um outro pesticida há muito tempo produzido pela Monsanto - e também por outras empresas industriais - que está dando o que falar: o DDT (ou diclorodifeniltricloroetano).

Sintetizado pela primeira vez em 1874, este inseticida foi massivamente utilizado a partir do início da Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de proteger culturas e de conter determinadas epidemias: a malária, o tifo e até a peste. Mas, nos anos 1960, cientistas - entre os quais se encontrava a famosa bióloga Rachel Carson - alertaram sobre as consequências ambientais desastrosas do uso do DDT.

O produto foi, entre outras coisas, acusado de dizimar as aves. Uma controvérsia que levou à sua proibição quase universal nos anos 1970.

Escrito por De Freitas Agostinho
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