Doppler: definição, como é feito o exame, quais são os riscos à saúde?
Doppler: definição, como é feito o exame, quais são os riscos à saúde?

Doppler: definição, como é feito o exame, quais são os riscos à saúde?

Um Doppler, também conhecido como ultrassonografia Doppler ou ultrassom Doppler, é uma técnica de imagem médica comumente usada para detectar problemas na corrente sanguínea.

O que é um Doppler?

Assim como a ultrassonografia, o Doppler é um exame médico que utiliza ultrassons. O sinal de ultrassom pode ser traduzido de três maneiras diferentes: esboço de uma curva (Doppler pulsátil), por uma imagem colorida (Doppler colorido) ou por um som (Doppler contínuo).

A maneira como as ondas se propagam no organismo torna possível determinar o fluxo sanguíneo das veias e das artérias, e destacar, se necessário, a presença de um obstáculo (trombose, por exemplo). Em geral, a sonda de ultrassom é usada nas pernas, carótidas (artérias do pescoço) ou aorta (grande artéria do coração) para fins de diagnóstico ou, possivelmente, para controlar a evolução de uma patologia, como a cardiopatia congênita.

Nota: o Doppler também pode ser usado para garantir que o feto esteja saudável, especialmente em gestações de alto risco (Doppler Fetal).

Doppler: como é feito o exame?

O Doppler geralmente é realizado por um radiologista e não envolve o jejum. O paciente fica deitado de costas e parcialmente despido, dependendo da área a ser examinada e para permitir a aplicação de um gel para facilitar a propagação do ultrassom.

A sonda é então passada sobre a pele por alguns minutos, durante os quais pode ser solicitado ao paciente mudar sua posição ou prender sua respiração. A duração total do exame varia de acordo com o transtorno suspeito. Em geral, leva apenas cerca de dez minutos para confirmar a presença de varizes, por exemplo. Para diagnosticar um ataque arterial, no entanto, pode variar entre 20 e 30 minutos.

Doppler: quais são os riscos para a saúde?

O Doppler é um exame indolor e seguro. De acordo com as veias e artérias examinadas, ele pode detectar a presença de problemas benignos, como varizes (dilatação das veias da perna) ou flebite superficial (obstrução de uma veia superficial por um coágulo sanguíneo, geralmente na perna).

Em outros casos, ele pode revelar a presença de aterosclerose (estreitamento do diâmetro arterial pelo acúmulo de gordura) ou outros ataques que podem ter complicações significativas em caso de ausência de cuidados médicos, como a flebite profunda (obstrução veia profunda, geralmente na perna) ou enfarte do miocárdio.

O tratamento pode variar muito dependendo da natureza do problema circulatório. Podem variar desde o uso de meias de compressão aos medicamentos, sendo os tratamentos cirúrgicos reservados para os casos mais graves.

Escrito por Danielle Pereira
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