Dez anos do acidente com o voo AF 447 Rio-Paris: uma triste lembrança

Dez anos do acidente com o voo AF 447 Rio-Paris: uma triste lembrança

Foi há 10 anos! O Airbus FR447, com seus 228 passageiros e tripulantes, desapareceu para sempre no Oceano Atlântico. Dez anos após o acidente com o Airbus 330-200, ainda existem muitas questões, principalmente por parte dos familiares das vítimas.

Como a aeronave da Air France, embora com a manutenção em dia e considerado bastante seguro, sofreu esse desastre?

Muitos falam de uma verdade que não queremos ouvir. Uma verdade que escondemos, sendo considerada perturbadora para a principal empresa francesa.

Qual verdade?

Um ano antes da tragédia, a Air France fez uma mudança nos computadores encarregados do descongelamento do medidor de velocidade dos seus aviões a pedido da Airbus com o objetivo de aperfeiçoar o sistema. Muitos são os profissionais que trabalham para aumentar ainda mais a segurança das aeronaves; no entanto, os efeitos são positivos. No caso da companhia francesa, foi exatamente o oposto.

Entre 2008 e 2009, de acordo com várias pesquisas, o número de panes com o sistema de descongelamento dos medidores aumentou dramaticamente após essa mudança. Muitas companhias aéreas se viram em situações semelhantes ao voo 447 e, apesar dos numerosos avisos delas, os aviões continuaram a voar sem qualquer reparação do problema.

No fatídico dia 01/06/2009, às 2:10, as três sondas que indicavam a velocidade da aeronave congelaram durante 50 segundos. Esses 50 segundos foram fatais, pois a interrupção das medições de velocidade da aeronave deixou os pilotos completamente desorientados e que os levou a decisões equivocadas.

Voando de noite, os pilotos podiam se guiar apenas com os instrumentos do avião. Logo, a sucessão desta informação falsa causou o acidente com os pilotos e os 228 passageiros.

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Na ausência de uma investigação mais apurada, muitas questões permaneceram incompreensíveis. Por que as equipes de manutenção não fizeram nada para corrigir os defeitos destas aeronaves? Os parentes das vítimas terão que viver para sempre com a sensação de que as coisas poderiam ter sido diferentes se as providências tivessem sido tomadas.

De Freitas Agostinho
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